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Três em cada 10 portugueses reconhece que não ouve bem…

Apenas 6% da população em Portugal procura uma avaliação auditiva periódica, revelam os resultados do primeiro “Estudo de Hábitos de Tratamento Auditivo em Portugal” desenvolvido pela Gaes – Centros Auditivos.

Quase metade dos inquiridos nunca fizeram uma avaliação auditiva, nem sequer com o seu médico de família, e só 49% dos indivíduos tem consciência de que a perda auditiva é sinónimo de isolamento social ou de que esta está relacionada com os hábitos de vida (47%).

Segundo os resultados do primeiro “Estudo de Hábitos de Tratamento Auditivo em Portugal”, dor, infeção e otite são os principais motivos para procurarem uma avaliação especializada aos ouvidos.

Por outro lado, três em cada 10 indivíduos portugueses reconhece que não ouve bem e embora os homens sejam mais reticentes em relação aos aparelhos auditivos do que as mulheres, 89% da população pô-los-ia se fosse necessário.

Os portugueses estão de acordo (87%) em relação à pouca atenção que dão aos ouvidos, embora a maioria (85%) saiba que a perda de audição provoca problemas depressivos e de autoestima.

O estudo conclui também que dois em cada três indivíduos ouvem música com auscultadores e pelo menos 39% dos portugueses acredita que o volume de voz que utilizam é mais alto do que o utilizado em outros países.

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Clínica Go-Saúde Guimarães.

Inauguração

A Go-Saúde tem o prazer de informar que a partir do dia 25 de Janeiro irá partilhar o seu espaço de Guimarães com a AGEClinic – Clínica de Cirurgia e Medicina Estética e com a ALLMed – Clínica Medicina Dentária.

Agora poderá usufruir de um conjunto de serviços especializados em saúde.

Aguardarmos a vossa visita no dia 25 Janeiro a partir das 18horas.

Go-Saúde – Primeiro as Pessoas

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Vai para o Brasil? DGS recomenda uma nova vacina

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) recomenda a quem viaja para os estados brasileiros de São Paulo, Rio de Janeiro ou Minas Gerais a vacinação contra a febre amarela, que no último ano já provocou pelo menos 36 mortes.

Numa nota publicada na página da internet, a DGS diz que uma dose única da vacina é suficiente para conferir imunidade sustentada e proteção para toda a vida e deve ser tomada pelo menos 10 dias antes da partida.

Segundo a DGS, quem viaja para o Brasil deve marcar uma Consulta do Viajante pelo menos quatro semanas antes da partida.

Além disso, são ainda recomendadas medidas de proteção como a aplicação de repelentes, sempre depois do protetor solar, o uso de redes mosquiteiras nos carrinhos de bebé, alcofas e nas camas (de criança e adultos), o uso de telas de rede nas janelas, a opção por alojamentos com ar condicionado e a utilização de vestuário largo que cubra a maior área corpora possível e de calçado fechado.

A DGS pede ainda aos viajantes que, até 12 dias após o regresso, apresentem sintomas sugestivos da doença (febre, calafrios, dores de cabeça intensas, dores musculares, fadiga, náuseas e vómitos), contactem a linha SNS 24 (808 24 24 24) ou consultem o seu médico, informando-o sobre a viagem.

 

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Vacina experimental com base em nanopartículas consegue proteção universal contra a gripe A

Uma nova vacina que usa nanopartículas conseguiu oferecer proteção universal contra os vírus da gripe tipo A, anunciaram hoje cientistas baseados na Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos da América.

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Em estudos realizados com ratos, conseguiram imunidade duradoura que reforça os efeitos das vacinas sazonais, injetando-os com nanopartículas de proteínas que atacam uma parte específica do vírus, como divulga hoje o boletim científico Nature Communications.

“Estamos a tentar desenvolver uma nova vacina que acaba com a necessidade de vacinação anual. Uma vacina universal para a gripe. Não seria preciso mudar o tipo de vacina todos os anos”, afirmou o investigador Bao-Zhong Wang, professor no Instituto de Ciências Biomédicas.

As nanopartículas utilizadas visam uma parte da estrutura do vírus, o “caule”, que todas as variantes têm, mudando entre si a parte da “cabeça”.

As vacinas da gripe têm que ser atualizadas todos os anos para serem eficazes contra os vírus que se preveem como os mais comuns durante a época da doença.

No entanto, nem sempre cumprem as expectativas ou os fabricantes apostam no tipo errado de vírus, como aconteceu em 2009, quando morreram 200.000 pessoas durante os primeiros 12 meses da vigência das vacinas.

O primeiro autor do estudo, Lei Deng, ressalvou que para testar a “proteção a longo prazo, longevidade ou imunidade induzida em humanos”, a vacina experimental terá que ser sujeita a mais testes clínicos.

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Portugal pode tornar-se autossuficiente no transplante de córneas

Portugal pode tornar-se autossuficiente no transplante de córneas em 2018, disse à agência Lusa a presidente do Congresso da Associação Europeia de Bancos de Olhos, que decorre de quinta-feira a sábado, em Coimbra.

Segundo a oftalmologista Maria João Quadrado, ainda este ano vai avançar a criação de uma sala de cultura de córneas no Instituto Português do Sangue e Transplantação, que vai permitir “armazenar células durante mais tempo e de certa forma ajudar a programar as intervenções cirúrgicas”.

“Estou em crer que ao avançarmos para a sala de culturas vai diminuir substancialmente o número de córneas que importamos do estrangeiro e acho que isso é importante”, disse a médica, que é também responsável pelo Banco de Olhos do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, que participa ativamente no projeto de criação da sala de culturas.

Portugal realiza anualmente cerca de 900 transplantes de córneas e, apesar do grande avanço em termos de transplantação, em 2017 foram importadas 270 córneas, “o que em termos económicos é substancial”.

Exportações em cima da mesa

Com a criação de uma sala de cultura de córneas, que “em breve estará em funcionamento”, Portugal tem a capacidade de ser autossuficiente, de forma a suprir as necessidades de transplantes a nível nacional e, eventualmente, ceder tecidos para o exterior.

“É uma sala altamente especializada, com requisitos bastante apertados, que ainda não existe em Portugal. É uma mais-valia em termos nacionais que nos coloca ao lado do que melhor se faz a nível mundial em termos de transplantação córnea”, salientou Maria João Quadrado.

 

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